sábado, janeiro 3, 2026

10 conselhos de especialistas da CasaFolha para 2026 – 03/01/2026 – Equilíbrio e Saúde

Quem nunca esperou o Réveillon para adotar novos hábitos de vida? São as famosas resoluções de Ano Novo, que podem tratar de aspectos relacionados com a saúde, como exercícios e higiene do sono, ou com a atuação profissional.

Na CasaFolha, o streaming de conhecimento da Folha, não faltam conselhos para quem quer evoluir na carreira, tornar-se mais saudável, tomar decisões mais inteligentes e investir um dinheiro de olho no futuro, entre outros temas.

Ao todo, a plataforma já soma 32 cursos exclusivos comandados por personalidades de destaque em diferentes áreas. Para este começo de ano, a Folha selecionou dicas de dez especialistas que se tornaram referência em suas atividades e têm aulas sob demanda no site casafolhasp.com.br.

Além disso, novos conteúdos são incluídos todos os meses na CasaFolha. No dia 29 de janeiro, por exemplo, a antropóloga Mirian Goldenberg terá um curso inédito sobre amor, sexo e traição na maturidade. Já o neurocientista Álvaro Machado Dias fará uma live para discutir novas tendências da inteligência artificial. O encontro ao vivo será no dia 19 de janeiro, às 19h30.

Para assistir aos cursos e participar das lives, é preciso ser assinante da CasaFolha.

É possível se vincular à plataforma pelo endereço casafolhasp.com.br/assine. A assinatura, com desconto promocional de 67%, sai por R$ 19,90 por mês no plano anual (R$ 59,90 sem a promoção) e inclui acesso ilimitado a todas as notícias da Folha no site e no aplicativo para celular e tablet.

Quem já é assinante da Folha não precisa de uma nova assinatura. Basta fazer o upgrade por R$ 10 adicionais no plano do jornal em casafolhasp.com.br/upgrade.

Prepare-se para a velhice

A velhice pode parecer distante para muita gente, mas um dia ela vai chegar. É por isso que o médico gerontólogo Alexandre Kalache repete um mantra em seu curso: “Quanto mais cedo você começar a se preparar para a velhice, melhor —mas nunca é tarde demais”.

“Envelhecer com doença é um prêmio furado”, diz ele, que foi diretor de envelhecimento e saúde da OMS (Organização Mundial da Saúde). “Faz uma diferença enorme você não ter um derrame aos 70 e sim aos 80; não ter hipertensão aos 40 e sim aos 80. Faz uma diferença enorme manter a saúde mental até os 90 ou mais.”

Faça exercícios físicos

O sedentarismo está associado a uma série de condições crônicas, como obesidade, hipertensão arterial, e doenças metabólicas, como diabetes do tipo dois. De acordo com Bruno Gualano, que é professor da USP, isso decorre de um descompasso entre um estilo de vida com pouco movimento e o nosso genoma, moldado pela evolução em meio a atividades físicas.

A boa notícia é que costuma ser fácil corrigir o desequilíbrio. O professor diz que, em pouco tempo de exercício, o indivíduo que não está acostumado a se movimentar percebe benefícios: restaura a função muscular, ganha mais força, ganha mais capacidade cognitiva e previne uma série de condições crônicas.

Cuide do sono

Há muita sabedoria na frase “dormir é um santo remédio”. Quem dorme pouco está mais exposto a situações como comprometimento imunológico, problemas metabólicos (com ganho de peso), problemas cardiovasculares, ansiedade, depressão, menor concentração, impulsividade e agressividade.

Dormir bem, além de prevenir esses malefícios, proporciona um benefício pouco mencionado. “Uma boa noite de sono melhora a satisfação sexual e aumenta a frequência das atividades sexuais”, diz Monica Andersen, que é professora da Unifesp.

Tome decisões que mantenham portas abertas

A neurocientista Suzana Herculano-Houzel diz que é possível se tornar mais inteligente. Isso porque, de acordo com ela, uma definição curta de inteligência é “flexibilidade comportamental”. Em outras palavras, “inteligência é a flexibilidade de agir conforme o que você deseja para você mesmo no futuro”, segundo simulações que o cérebro faz a respeito desses futuros possíveis.

Como qualquer habilidade humana, é possível desenvolver essa flexibilidade comportamental. E um bom caminho para isso é se esforçar para ampliar as oportunidades de manter esse comportamento flexível, preferindo decisões que mantenham mais portas abertas.

Calibre sua autocrítica

Quem tem pouca autocrítica pode deixar a desejar nos resultados, mas quem tem autocrítica em excesso pode se sair ainda pior. Aline Wolff, psicóloga da ginasta Rebeca Andrade, chama a atenção para essa calibragem.

Se essa autocrítica severa não for cuidada, não for modulada para fazer parte da experiência interna daquele indivíduo num tamanho saudável, ela tem grandes chances de aniquilar o desempenho.”

Aposte na sua formação

Primeira mulher negra a presidir uma grande empresa no Brasil, Rachel Maia superou uma série de desafios na sua trajetória. No ambiente profissional, sempre investiu na sua formação para poder enfrentar os desafios que teria pela frente.

Ela foi atrás de MBAs, estudou outros idiomas fora do país e buscou mentorias com pessoas que poderiam ajudá-la a lidar com diferentes situações profissionais.

Aprenda a jogar em equipe

Com a experiência de quem foi ídolo em diversos clubes, além de capitão da seleção brasileira de futebol, Raí fala sobre a importância do desempenho coletivo para o sucesso individual.

“Você pode ter a melhor performance do mundo, mas, se o grupo não estiver funcionando, sua capacidade individual vai estar limitada. Então você tem que pensar no grupo até por interesse próprio.”

Trabalhe com os melhores talentos

O cineasta José Padilha diz que sempre procura montar suas equipes de filmagem com os melhores talentos de cada área. “Eu nunca vou escolher um cara não talentoso porque eu vou poder controlá-lo”, diz o diretor de “Tropa de Elite”.

Com isso, ele procura incorporar ao máximo as sugestões, melhorando as chances de ter um resultado de alta qualidade. A única ressalva que faz é: “Desde que [as pessoas] sejam compatíveis em termos de personalidade”.

Busque mais diversidade

Cida Bento não tem dúvidas de que a diversidade traz inúmeros benefícios para qualquer instituição. “Não é só uma questão de direitos humanos”, afirma.

“As instituições precisam [de diversidade] para dialogar com o perfil da população em que estão inseridas. Você não pode fazer um produto na China que tem a mesma característica que um produto na Rússia, nos Estados Unidos e na periferia do Brasil. O produto e os serviços têm que considerar os diferentes segmentos que ocupam aquela sociedade.”

Comece a investir dinheiro

Não importa a sua idade: assim como com a saúde, nunca é tarde demais para começar, mas quanto antes, melhor.

Tampouco importa quanto dinheiro você tem. “Essa é a beleza do mundo de investimentos. Ele é acessível para todo mundo. E digo mais: ele é mais importante para o pequeno investidor do que para o grande”, afirma o economista George Wachsmann.

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