A Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) decidiu nesta sexta-feira (31) manter a bandeira tarifária amarela para agosto. Os consumidores terão uma cobrança adicional de R$ 1,88 na conta de luz, a cada 100 quilowatts-hora (kWh).
Essa taxa extra está em vigor desde maio. Em nota, a agência afirmou que a medida “reflete condições menos favoráveis de geração de energia no País em razão do período seco”.
A redução nos níveis dos reservatórios das hidrelétricas aumenta a necessidade de acionamento de usinas termelétricas, que possuem custo mais elevado.
VEJA TAMBÉM:
- Conta de luz dispara em julho, mas alimentos caem e seguram prévia da inflação
O sistema de bandeiras tarifárias foi criado em 2015 para indicar aos consumidores os custos da geração de energia no Brasil.
As bandeiras são definidas de acordo com a disponibilidade de recursos hídricos, o avanço das fontes renováveis, o acionamento de fontes de geração mais caras como as termelétricas, entre outros fatores.
- Bandeira verde: condições favoráveis de geração de energia. A tarifa não sofre nenhum acréscimo;
- Bandeira amarela: condições de geração menos favoráveis. A tarifa sofre acréscimo de R$ 1,88 a cada 100 kWh;
- Bandeira vermelha – patamar 1: condições mais custosas de geração. A tarifa sofre acréscimo de R$ 4,46 a cada 100 kWh;
- Bandeira vermelha – patamar 2: condições ainda mais custosas de geração. A tarifa sofre acréscimo de R$ 7,87 a cada 100 kWh.
Autor: Gazeta do Povo




















