Antonio Pizzonia, ex-piloto brasileiro de F1 detido no último sábado (10), nos Estados Unidos, por agressão com lesão corporal, afirmou nesta terça-feira (13) que agiu para defender seu filho.
“Pessoal, estou bem. Estou em casa. De fato houve um episódio do qual, hoje, eu teria reagido de forma diferente. Entendi naquele momento que meu filho, uma criança, estava sendo coagido por outro adulto e instintivamente o defendi. Obrigado a todos pelas mensagens de apoio”, escreveu Pizzonia em publicação nas redes sociais.
De acordo com informações do portal TMZ, Pizzonia foi levado pelos policiais após um incidente ocorrido no Speedsportz Racing Park, no Condado de Montgomery, no Texas, onde acontecia uma etapa do Superkarts USA Winter Series, competição de kart na qual o filho do ex-piloto participava.
No Texas, a agressão com lesão corporal pode gerar uma pena de até um ano de prisão. A lei do estado também prevê a possibilidade de uma multa, que não pode exceder o valor de US$ 4 mil (R$ 21,5 mil) ou ainda uma punição combinada, com prisão e multa.
Nascido em Manaus, Pizzonia chegou à F1 em 2003, quando foi contratado pela extinta equipe Jaguar. No ano seguinte, atuou pela Williams. Ao todo, ele disputou 20 corridas na categoria. A melhor posição do brasileiro foi o sétimo lugar, em quatro provas distintas pela escuderia inglesa.
Ao longo de sua carreira como piloto, ele também competiu na Fórmula Vauxahall, Fórmula Renautl e na Stock Car.
Autor: Folha






