
Sem terem muito o que fazer, a nova rotina da esquerda passou a ser fiscalizar diariamente minhas postagens para ganhar mídia e ter o que publicar. Ignoraram notícias sobre o Lulinha e o escândalo do INSS, o caso do Banco Master e o rombo dos Correios para problematizar uma brincadeira com Lula sendo preso, algo que inclusive já aconteceu com o petista.
O “crime gravíssimo” de postar um meme fez com que a base governista pedisse, pela milésima vez, minha cassação e prisão. Para eles, satirizar o descondensado não pode; já defender um tirano responsável por miséria, censura e violações de direitos humanos, como o ditador Nicolás Maduro, é perfeitamente legítimo. Basta jogar tudo na conta da “soberania”, assim como fizeram ao rejeitar condenar o massacre recente de manifestantes no Irã, onde o número de mortos ultrapassou 3.000 e incluiu crianças.
A situação fica ainda mais patética quando lembramos que esse mesmo campo político produziu e normalizou ameaças de morte contra mim nas redes sociais e impulsionou episódios grotescos, como o vídeo em que militantes chutam uma réplica da cabeça de Jair Bolsonaro como se fosse uma bola de futebol. Ali, curiosamente, não houve pedidos de prisão nem discursos inflamados sobre discurso de ódio, violência ou limites da liberdade de expressão.
Há três dias, postei mais um vídeo esclarecendo medidas governistas relacionadas ao PIX. A publicação novamente viralizou e já ultrapassou a marca de 62 milhões de visualizações apenas no Instagram. O desespero da esquerda, obviamente, foi geral. Parlamentares, ministros e influenciadores alinhados ao governo correram para tentar rebater, desqualificar e, claro, me intimidar judicialmente.
O problema é que a verdade não se deixa intimidar. A população percebeu rapidamente a incoerência: primeiro, veículos governistas passaram dias repetindo que o PIX não seria taxado, algo que ninguém, muito menos eu, afirmou, e depois disseram que o PIX não seria monitorado. Horas mais tarde, porém, os mesmos perfis oficiais publicaram supostos “grupos que deveriam temer o monitoramento”. Ora, se não existe monitoramento, por que alguém deveria temê-lo?
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Para completar o circo, o governo Lula optou por uma comunicação debochada e infantilizada, como se o Brasil inteiro fosse uma sala de quinta série que precisa de montagens ruins, musiquinha e ironia rasa para entender um debate sério
Reduziram um tema sensível que envolve privacidade, fiscalização e poder do Estado a piadinhas e vídeos caricatos, apostando que a população engoliria qualquer narrativa pronta.
Novamente tentaram de tudo, mas esqueceram de um detalhe fundamental: o brasileiro pode até rir de meme, mas não gosta de ser tratado como idiota. E é exatamente por isso que, apesar do barulho, das ameaças e das tentativas de intimidação, a narrativa lulista não está colando.
A verdade, ao contrário do que a esquerda imagina, não pode ser combatida, nem mesmo mobilizando toda a base contra mim. Querer me censurar apenas reitera o desespero de quem não refuta uma frase, não enfrenta um argumento e não corrige um dado. Me calar virou a única arma dos incapazes.
Autor: Gazeta do Povo






