O investimento do Inter Miami em Lionel Messi continua a render frutos.
Em dezembro, o astro argentino ajudou o clube a conquistar sua primeira MLS Cup. Com a temporada de 2026 a menos de duas semanas de começar, Messi ajudou a entregar ao clube mais um título —o de franquia mais valiosa da MLS (Major League Soccer, a liga de futebol dos EUA).
De acordo com um rekatório da Sportico publicada na terça-feira (10), o Miami está avaliado em US$ 1,45 bilhão (R$ 7,5 bilhões), um aumento de 22% em relação ao ano passado e US$ 50 milhões (R$ 260 milhões) à frente do Los Angeles FC —marcando a primeira vez nos cinco anos em que o Sportico faz avaliações da MLS que o LAFC não está em primeiro lugar.
Embora em segundo lugar, o LAFC ainda teve um aumento de 9% em sua avaliação anual, chegando a US$ 1,4 bilhão (R$ 7,3 bilhões). O clube de Los Angeles emprega aquele que é possivelmente o segundo astro internacional mais popular da liga, o sul-coreano Son Heung-Min. Messi e Son são, de longe, os dois jogadores mais bem pagos da MLS.
Embora isso pareça uma boa notícia para Miami e Los Angeles, a economia geral da liga pode ser um sinal de alerta. Os 12 times com menor valor de mercado viram seu valor subir apenas 2% em média em relação a 2025. Três clubes —San Jose Earthquakes, Vancouver Whitecaps e CF Montreal— tiveram queda de valor, segundo o relatório.
O Vancouver Whitecaps chegou à final da MLS Cup no ano passado, liderado pelo lendário atacante alemão Thomas Müller.
A Sportico avaliou todos os clubes —incluindo imóveis e negócios relacionados ao futebol pertencentes aos donos dos clubes, como uma franquia da NWSL (National Women’s Soccer League)— em um total de US$ 23 bilhões (R$ 120 bilhões).
O San Diego FC, o clube mais novo da liga, entrando em sua segunda temporada, está avaliado em US$ 765 milhões (R$ 4 bilhões), ocupando a 10ª posição na MLS.
A temporada da MLS começa em 21 de fevereiro com o jogo de destaque sendo a escolha estratégica de Miami contra LAFC. A partida foi transferida para o Los Angeles Memorial Coliseum para acomodar mais torcedores no evento de alta demanda.
Autor: Folha




















