O setor bancário é agitado pela crise do banco Master, cuja liquidação pode gerar custos para clientes de todos os bancos através de um possível socorro a investidores, em um caso que reacende o debate sobre a relação de banqueiros com a Justiça. Enquanto isso, as contas públicas enfrentam novo desafio com o rombo de R$ 6,35 bilhões nas estatais, puxado pelo prejuízo recorde dos Correios. Em um contraponto positivo para a economia, dados de outubro mostram uma melhora no mercado de trabalho, com a taxa de desemprego recuando para 5,4%.
Justiça, crise e socorro agitam o setor bancário
A Justiça mandou soltar Daniel Vorcaro e outros envolvidos na liquidação do banco Master. A crise da instituição gera debates sobre seus desdobramentos. Um possível socorro aos investidores pode ter custos para clientes de todos os bancos. O caso ocorre em um cenário de questionamentos sobre o histórico de casos envolvendo banqueiros na Justiça brasileira.
Estatais registram rombo de R$ 6,35 bilhões
O déficit nas empresas estatais brasileiras atingiu R$ 6,35 bilhões em 2025. O valor está próximo do recorde histórico. Os Correios lideram o resultado negativo entre as companhias. A estatal registrou sozinha um prejuízo de R$ 6 bilhões no período.
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Desemprego recua para 5,4% em outubro
A taxa de desemprego no país caiu para 5,4% no mês de outubro. O número total de pessoas desocupadas soma 5,9 milhões. Os dados indicam uma melhora no cenário do mercado de trabalho.
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Regulação do BC pode forçar Nubank a mudar de nome
O Nubank poderá ter que alterar seu nome por causa de novas regulações. A medida do Banco Central (BC) afeta instituições de pagamento. A regra diz que o termo “banco” só pode ser usado por empresas da categoria.
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