A empresa deve fechar. O mundo mudou, mas os Correios não acompanharam essa mudança.
Antônio Barros Tavares (Araguanã, MA)
Há duas soluções. A primeira, fazer uma auditoria, investir em novas tecnologias e terceirizar parte dos serviços. A outra, além do investimento em tecnologia, abrir para o capital privado. Ou seja, transformar os Correios em uma empresa de economia mista.
André Reis dos Santos (Teresina, PI)
Os Correios devem ser privatizados! Dessa forma, não teremos que ficar pagando por rombos absurdos. Onde já se viu uma empresa prestar um serviço tão lento e ruim e ainda assim ficar de pé? Se fosse privada, a empresa já teria falido e dado lugar para uma melhor.
Henrique Gomes Nunes (São Paulo, SP)
Ampliar as atividades da autarquia para auferir mais receita e cobrar o dinheiro desviado.
Denise Accurso (Porto Alegre, RS)
Há crise? Déficit em um serviço essencial é algo esperado. A solução é parar de sucatear os serviços, como Temer e Bolsonaro fizeram, e investir no marketing do Mais Correios.
Jimi Graciano (São Paulo, SP)
A solução é reverter o lucro para a própria empresa. Se faltar, o Tesouro sustenta, pois o serviço é focado no lucro social. O Brasil, como país continental, e com maioria de municípios de pequeno porte e distantes entre si, precisa de um serviço público de logística de correspondência, pacotes, e principalmente, presença de serviços do governo. Tem cidade que não tem banco ou lotérica, mas tem Correios. Terceirizar a empresa, que é centenária, terá um custo maior do que mantê-la pública.
Rafael Moraes (João Monlevade, MG)
É preciso exonerar todas as indicações políticas e permitir que os cargos sejam ocupados por funcionários de carreira. Além disso, cancelar todos os contratos com empresas terceirizadas.
Ivã Oliveira dos Santos (Salvador, BA)
A melhor solução para os Correios é a privatização parcial, com parcerias público-privada, deixando os grandes centros de logística com a operação privada, e os menores, com a pública.
Fernando Cuchi Rodrigues (Salto, SP)
Os Correios não foram criados para dar lucro, mas sim para cumprir um papel social, assim como os dos Estados Unidos, que dão prejuízo anual. O governo brasileiro deve assumir seu papel social e injetar recursos, pois é uma empresa fundamental à integração nacional.
Lidio Ricardo Lima da Silva (Vitória, ES)
A solução é economizar, mesmo que seja com patrocínios de shows, exposições e cinema.
Nazareth Silva (São Paulo, SP)
É necessária uma reestruturação completa. Primeiro, demitir todo mundo que não agrega à empresa. Isso não significa demitir carteiros e atendentes, mas diretores e gerentes com ênfase nos cargos de indicação política, pois são quem recebe mais, trabalha menos e amplifica prejuízos com decisões erradas. Em seguida, encerrar agências em cidades com várias unidades. Além disso, é possível unir agências e centros de distribuição, a depender da demanda local.
Paulo Nolberto dos Santos Alarcón (Caçapava, SP)
Se diminuir as taxas de importação e aumentar o valor da taxa de entrega, os Correios conseguem se manter. A instituição pode expandir o serviço de entrega de mercadoria através de motoboys, por exemplo, aumentando a concorrência com outras empresas.
Elenilson Paulino da Silva (Guarulhos, SP)




