O Copa Africana de Nações teve um desfecho tenso neste domingo (18), com a vitória do Senegal sobre o Marrocos por 1 a 0, na prorrogação, no Estádio Príncipe Moulay Abdellah. O resultado garantiu o bicampeonato da seleção senegalesa, que já havia vencido o torneio em 2021.
No tempo regulamentar, a decisão foi equilibrada. O Senegal teve maior posse de bola, com 55%, enquanto Marrocos foi mais agressivo nas finalizações, com 12 chutes, cinco deles em direção ao gol. A seleção senegalesa finalizou oito vezes, apenas uma com perigo real.
A partida ganhou contornos de polêmica nos acréscimos. Um gol do Senegal foi anulado e, na sequência, aos 95 minutos, o árbitro assinalou pênalti para Marrocos após revisão do VAR. A decisão gerou forte reação do banco senegalês, e os jogadores chegaram a deixar o gramado por orientação da comissão técnica.
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O capitão Sadio Mané interveio e pediu o retorno da equipe ao campo. Após mais de 20 minutos de paralisação, Brahim Díaz cobrou o pênalti, mas o goleiro Édouard Mendy defendeu sem dar rebote.
Na prorrogação, o Senegal aproveitou o momento favorável. Aos quatro minutos, Pape Gueye recebeu em contra-ataque e finalizou de fora da área, no ângulo, marcando o gol do título.
Marrocos ainda tentou reagir e quase empatou aos 18 minutos do tempo extra, mas a cabeçada acertou o travessão. O placar permaneceu inalterado até o apito final, confirmando o segundo título continental da seleção senegalesa.
Autor: Agencia Paraná







