
A corrida pelo governo do Rio de Janeiro, ainda em fase preliminar, começa a desmantelar contornos estratégicos nos bastidores políticos. Embora o nome do pré-candidato não esteja oficialmente definido, interlocutores do campo conservador indicam que a disputa deverá ser estruturada em torno do tema que concentra maior preocupação da população fluminense: segurança pública.
Fontes relatam que a consolidação de uma candidatura vinculada ao bolsonarismo já provoca movimentações no entorno do prefeito Eduardo Paes e de setores alinhados ao presidente Lula. A avaliação é de que a agenda de enfrentamento ao crime organizado pode alterar o rumo do pleito.
Entre os nomes ventilados está o do delegado Felipe Curi, atual secretário de Segurança Pública do Rio de Janeiro. Integrantes do campo conservador consideram que sua eventual candidatura traria um discurso diretamente associado ao combate às facções criminosas que atuam no estado.
Curi ganhou projeção após comandar a operação policial no Complexo do Alemão que resultou na morte de diversos criminosos. A ação, marcada por imagens de corpos espalhados em via pública, repercutiu no mundo inteiro e enquadrada pela população como uma resposta direta ao avanço do Comando Vermelho.
Outro nome citado nas articulações é o do deputado estadual Douglas Ruas. Parlamentar com atuação voltada a pautas de segurança, Ruas é mencionado como possível candidato ao Executivo estadual. Caso opte por não disputar o governo, a tendência é que busque a reeleição para a Assembleia Legislativa, com o objetivo de disputar a presidência da Casa em 2027.








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