domingo, dezembro 28, 2025

Ministério da Saúde identifica caso de gripe K no Brasil

gripe-k-no-brasil
Foto: ilustração / Freepik

O Ministério da Saúde identificou um caso de gripe K no Brasil. As amostras analisadas são do Estado do Pará, segundo o monitoramento.

Ministério confirma caso de gripe K no Brasil

A informação consta do Informe de Vigilância das Síndromes Gripais referente à Semana Epidemiológica 49, divulgado em 12 de dezembro.

O subclado K é uma variação genética do Influenza A (H3N2) e não representa o surgimento de um novo vírus. Antes de ser identificado no Brasil, ele já circulava em regiões da América do Norte, Europa e Ásia.

De acordo com o Ministério da Saúde, o aumento da circulação da Influenza A no Brasil aconteceu antes mesmo da identificação desses subclados específicos, mantendo o padrão esperado da gripe sazonal.

LEIA TAMBÉM

ATENÇÃO

Mesmo com alerta da OMS, Paraná não tem registro da gripe K

Alerta

Aumento nos casos da Gripe K faz OMS emitir alerta de saúde

Situação da influenza no país

O Informe de Vigilância das Síndromes Gripais aponta crescimento ou manutenção das hospitalizações por Influenza A em Estados das Regiões Norte, Nordeste e em Santa Catarina, no Sul. No Sudeste, a tendência observada é de redução gradual das internações.

Apesar da identificação da gripe K, o Ministério reforça que o comportamento do vírus segue o padrão sazonal do H3N2, conhecido por causar epidemias periódicas.

A Organização Pan-Americana da Saúde e a Organização Mundial da Saúde alertam para a possibilidade de uma temporada de gripe mais precoce em 2026 nas Américas. O aviso se baseia no aumento recente da circulação global do Influenza A (H3N2).

LEIA TAMBÉM

proteção

Vacina sincicial já protege metade das gestantes em Curitiba

planejamento

Laqueaduras crescem 240% no SUS do Paraná em dois anos

Vacinação segue como principal estratégia

Segundo a Sociedade Brasileira de Imunizações, a composição da vacina contra a gripe é atualizada anualmente com base em vigilância global. Mesmo quando há diferenças genéticas entre as cepas, a imunização reduz o risco de hospitalizações e mortes.

Dados preliminares indicam proteção de cerca de 70% a 75% contra hospitalizações em crianças e de 30% a 40% em adultos. Grupos como idosos, crianças pequenas, gestantes e pessoas com comorbidades concentram a maior parte dos casos graves.

Para mais informações sobre saúde, acesse o Massa.com.br

Autor Original

Destaques da Semana

Temas

Artigos Relacionados

Categorias mais Procuradas

spot_imgspot_img