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“sinais” de que líder supremo do Irã morreu

O primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu, afirmou que há “sinais” que apontam que o líder supremo iraniano, Ali Khamenei, “deixou de existir” após o ataque israelense à residência do aiatolá neste sábado (28).

“O plano para destruir Israel já não existe. E aumentam os sinais de que o tirano também deixou de existir“, disse sobre o líder supremo iraniano durante um pronunciamento transmitido na noite deste sábado.

Netanyahu indicou que, durante os ataques de Israel e Estados Unidos ao Irã, em um “ataque surpresa”, o complexo de Khamenei foi destruído “no coração de Teerã”.

“Nesta manhã, frustramos os planos de altos funcionários do regime dos aiatolás, de comandantes da Guarda Revolucionária e altos funcionários do programa nuclear, e continuaremos: nos próximos dias atacaremos milhares de alvos do regime terrorista”, acrescentou.

Porta-voz iraniano diz que não pode confirmar se Khamenei está vivo

O porta-voz do Ministério das Relações Exteriores do Irã, Esmail Baghaei, disse à rede de televisão britânica BBC neste sábado que não pode confirmar se o líder supremo do país, Ali Khamenei, ainda estava vivo, nem qual é seu paradeiro.

Baghaei foi questionado por um jornalista da BBC se os ataques resultaram na morte de Khamenei e de outros líderes, assim como sobre a localização deles.

Não posso confirmar nada“, declarou, além de acrescentar que o país e seu povo estão “focados em garantir a soberania e a integridade territorial da nação”, assim como sua defesa “contra agressões não provocadas”.

Khamenei, de 86 anos, não foi visto ao longo do dia, embora a agência de notícias oficial Tasnim tenha relatado que ele está no comando das operações de defesa.

Nem o presidente, Masoud Pezeshkian, nem o chefe do Poder Judiciário, Golam Hossein Mohseni Eyei, foram vistos hoje, mas a imprensa iraniana afirma que ambos estão vivos e bem.

VEJA TAMBÉM:

  • Escalada militar no Oriente Médio aumenta a tensão após ameaças do Irã a Israel e aos Estados Unidos.

    Irã promete “lição histórica” a Israel e EUA após 201 mortos em ataques

Autor: Gazeta do Povo

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