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MST sai em defesa do Irã após ataques dos EUA e de Israel

O Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST) publicou neste sábado (28) uma nota pública em que condena os ataques militares dos Estados Unidos e de Israel contra o Irã. O movimento classificou as ações como “criminosas” e atribuídas a “regimes imperialistas e sionistas”, afirmando que o ataque ocorreu em meio a negociações diplomáticas.

Para o MST, as ofensivas de Washington e Tel Aviv teriam como objetivo uma “mudança de regime” e representam uma violação severa da soberania do Irã e do direito internacional. O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, confirmou a morte do líder supremo do Irã, o aiatolá Ali Khamenei.

Segundo o movimento Sem Terra, a ação no Oriente Médio foi tentativa de “domínio geopolítico de potências ocidentais e de apropriação de recursos naturais”. No texto, o grupo conclama países de todo o mundo a pressionarem Estados Unidos e Israel a cessarem imediatamente as agressões.

“A resistência do povo iraniano merece nossa solidariedade”, diz a nota, que apela ainda — em particular — à sociedade norte-americana para se mobilizar contra as políticas externas de seu governo.

Trump diz que Khamenei era “uma das pessoas mais perversas da História”

Ao confirmar a morte de Ali Khamenei na noite deste sábado, o presidente Donald Trump classificou o líder iraniano como “uma das pessoas mais perversas da História”. “Isso não é apenas Justiça para o povo do Irã, mas para todos os Grandes Americanos e para as pessoas de muitos Países ao redor do Mundo que foram mortas ou mutiladas por Khamenei e sua gangue de capangas sanguinários”, escreveu Trump.

O presidente dos EUA declarou ainda que a morte de Khamenei representa “a maior oportunidade” para que o povo iraniano retome o controle do país. Ele afirmou que membros da Guarda Revolucionária, militares e forças de segurança estariam buscando imunidade junto aos Estados Unidos.

O aiatolá Ali Khamenei era considerado o homem mais poderoso do país persa e, em um governo de 35 anos, o mais longevo chefe de Estado no Oriente Médio. A posição, que lhe conferia a autoridade máxima política, religiosa e militar, foi conquistada com a instauração do regime dos aiatolás com a chamada Revolução Islâmica em 1979.

Autor: Gazeta do Povo

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