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Bolsonaro lamenta críticas da direita a Michelle em carta à mão

Circula neste domingo (1) a imagem de uma suposta carta escrita à mão em que o ex-presidente Jair Bolsonaro lamenta críticas da “própria direita” à sua mulher, Michelle Bolsonaro (PL-DF), e “colegas”. Sem citar nomes, Bolsonaro afirma ter pedido que ela só se envolvesse com política a partir de março, para poder cuidar dele próprio e de Laura, filha do casal.   

O documento é reproduzido por aliados como Nikolas Ferreira (PL-MG), também alvo de críticas recentes. A manifestação foi interpretada como indireta ao ex-deputado Eduardo Bolsonaro, que acusou Michelle e Nikolas de “amnésia” por não estarem se dedicando mais à campanha do senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) à presidência da República.

“Numa campanha majoritária, bem como às cobiçadas vagas para o Senado, os apoios devem vir pelo diálogo e convencimento, nunca por pressões ou ataques entre aliados”, diz o texto da carta atribuída a Bolsonaro.

No dia 20 de fevereiro, Eduardo reclamou em uma entrevista da falta de apoio de Nikolas e da ex-primeira-dama Michelle a Flávio. Eduardo alegou que ambos estão com “amnésia”, dizendo: “Eu não vi nenhum apoio da Michelle, nenhum post a favor do Flávio. Ela compartilha o Nikolas a toda hora”, comparou. Flávio comentou o episódio nas redes sociais e em um evento do PL, pedindo união do campo. O presidente do PL, Valdemar da Costa Neto, também procurou manter a integridade do campo.

Nikolas reproduziu neste domingo a carta, comemorando: “Segue o líder”.

Leia a íntegra do texto atribuído a Bolsonaro:

“Dirijo-me a todos que comungam conosco dos mesmos valores – Deus, Pátria, família e liberdade – para dizer que lamento as críticas da própria direita dirigidas a alguns colegas e à minha esposa.

A Michelle pedi para se envolver na política após março/26, já que a mesma se encontra por demais ocupada no atendimento da nossa filha Laura, recém-operada, bem como nos cuidados da minha pessoa.

Numa campanha majoritária, bem como às cobiçadas vagas para o Senado, os apoios devem vir pelo diálogo e convencimento, nunca por pressões ou ataques entre aliados.

Meu muito obrigado a todos pelo carinho e consideração. Da nossa união o futuro do Brasil. Jair Bolsonaro”

Autor: Gazeta do Povo

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