Pessoas próximas a Daniel Vorcaro, dono do Banco Master, relatam que ele tomava um cuidado especial com documentos comprometedores: jamais assiná-los pessoalmente, delegando a tarefa a subordinados e pessoas de confiança na instituição financeira.
Isso valia para papéis relacionados a empresas que seriam de fachada e foram usadas para captar até R$ 12 bilhões no mercado.
Apesar disso, aliados do banqueiro acreditam que a estratégia não será suficiente para que ele escape de ser acusado por atos fraudulentos, uma vez que há outros elementos de prova. Entre eles, conversas e mensagens telefônicas, além do fato de que sua liderança sobre as ações de subordinados era óbvia.
O real papel de Vorcaro nas supostas fraudes será um dos pontos a serem questionados no depoimento que ele dará nesta terça-feira (30) no processo que corre no STF. Caso negue participação direta, com o argumento de falta de assinatura de documentos, poderá ser acusado de falso testemunho.
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