“Guaratuba nós temos 420 km de rede. São tubulações enterradas. Dentro da hidráulica, dentro do setor de saneamento, existem diversos rompimentos. O problema é que essa é uma tubulação de grande diâmetro, que faz todo o transporte da água produzida, e em um momento em que a cidade está cheia e com altas temperaturas”, justifica Fábio Basso, gerente geral da Sanepar em Curitiba, Região Metropolitana e Litoral.




