O Governo de São Paulo encerrou o ano com a remoção de 800 famílias e comerciantes da favela do Moinho, na região central da capital. As últimas cinco mudanças de 2025 foram realizadas na última terça-feira (30), chegando a 802.
Segundo balanço da gestão Tarcísio de Freitas (Republicanos), ainda faltam cerca de 100 remoções completar o plano de desocupação iniciado em abril.
A remoção da favela foi motivo de embates entre os governos Tarcísio e Lula (PT) ao longo do ano —uma vez que a União é dona do terreno. Com a remoção, a União se compromete a repassar a área para o estado para a construção de um parque e uma estação de trem.
A partir do acordo anunciado em maio, as famílias podem escolher imóveis de até R$ 250 mil em qualquer lugar do estado de São Paulo. O custo é rateado entre os governos federal (que arca com R$ 180 mil) e estadual (responsável pelos outros R$ 70 mil).
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