Vazamento
“Lulinha movimentou quase R$ 20 milhões em quatro anos” (Política, 5/3). Não entendo tamanha resistência à quebra do sigilo bancário pelas autoridades. Afinal, quem não deve não teme..
Newton Rafael Zuppo (São Paulo, SP)
O título da reportagem é desonesto. Fábio recebeu R$ 5,2 milhões em quatro anos, um valor compatível com sua atividade empresarial. Além de ser bem menos do que recebeu um deputado dono de loja de chocolate.
Jonas Ciccone Ferro (Jaú, SP)
O valor dividido por ano resulta em cerca de R$ 400 mil. Isso em transações registradas, com rendimento de duas empresas legais, com tudo declarado à Receita. Até aqui não vi nada incomum no que diz respeito ao ramo empresarial.
Terezinha Rachid Ozorio da Fonseca (Bom Jardim de Minas, MG)
Caso Master
“Vorcaro pede a STF inquérito por vazamento de ‘supostos diálogos’ com Alexandre de Moraes” (Economia, 6/3). Moraes deveria abrir seus dados para que não paire dúvida sobre sua honestidade. Além disso, um homem público deve levar uma vida transparente. Quem nada deve dorme tranquilo.
Nilton Silva (Brasília, DF)
É necessário esclarecer até que ponto os ministros do STF estão envolvidos no caso Master. É essencial que as investigações da PF continuem e, principalmente, esclareçam as dúvidas expostas, além de trazer à tona mentores e beneficiários desse esquema de corrupção gigante no sistema financeiro.
Marcelo Vidoi (São José dos Campos, SP)
A verdade toma ares de fake news ao ser investigada nesse inquérito, que, na minha opinião, não passa de uma ferramenta de coação.
Paulo Roberto R. Pimentel (Brasília, DF)
Violência de gênero
“Homem estupra a ex-namorada e volta para matar o filho dela enquanto vítima denunciava crime à polícia do RJ” (Cotidiano, 6/3). Haja rosas para os hipócritas nos presentearem no Dia da Mulher!
Natália Pimenta (Ouro Preto, MG)
Vivemos uma epidemia. É o resultado da desinformação e o impacto de influenciadores misóginos.
Hussein Said (São Paulo, SP)
O Congresso precisa elaborar medidas para findar isso. Eu iniciaria com prisão de 20 anos, sem direito à fiança ou redução de pena.
Carlos Eduardo Martins (São Paulo, SP)
Homenagem
“Mortes: Leitor escreveu quase 10 mil comentários na Folha em 5 anos” (Cotidiano, 5/3). Era um dos melhores assinantes que comentavam no jornal. Embora nem sempre concordássemos, suas publicações eram bem redigidas e demonstravam conhecimento. É uma pena que tenha falecido.
Paulo César de Oliveira (Franca, SP)
Gostava de conversar com ele. Mesmo discordando, as conversas eram sempre de qualidade. Fiquei triste. Condolências à família.
José Ricardo Braga (Brasília, DF)
Governo Trump
“Polícia dos EUA mata brasileiro em estacionamento na Geórgia” (Mundo, 6/3). Se a vida de um cidadão norte-americano opositor ao governo Trump não está valendo nada, imagine a de estrangeiros.
Ivone Patelli (São Paulo, SP)
Com os EUA sob Trump é melhor procurar outro parque de diversões. Ser latino se torna suspeito.
Rubens Gomes Vieira (São Paulo, SP)
Polilaminina
“Deixem a Tatiana trabalhar em paz” (Suzana Herculano-Houzel, 5/3). Prefiro trocar a “absoluta certeza” por “segurança”. Após ver imensa quantidade de tratamentos promissores se mostrarem ineficazes ou até prejudiciais, digo que experimentos clínicos são necessários. Para dispensá-los, o efeito do tratamento, realizado em diferentes centros médicos, precisaria ser evidente a ponto de ser impossível ocorrer por acaso ou outra causa. Ainda temos passos a seguir.
Miguel Tanus Jorge (Uberlândia, MG)
O artigo foi escrito por uma pesquisadora de renome, respeitada pelos seus pares. Se Tatiana fosse alguém de fora do Brasil, todos já estariam aplaudindo de pé!
Jane Medeiros (Rio de Janeiro, RJ)
Autor: Folha








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