Integrantes do PT avaliam que o ataque do presidente dos EUA, Donald Trump, à Venezuela reforça o discurso da defesa da soberania nacional na eleição presidencial de outubro.
O tema tornou-se prioritário no ano passado, no contexto das sanções aplicadas ao Brasil por Trump, depois parcialmente retiradas. Deve ser um dos dois motes principais da campanha de reeleição de Lula, ao lado do combate à desigualdade social, por meio da taxação dos “super ricos”.
Na avaliação de petistas, a ação de Trump contra a Venezuela e as ameaças contra outros países do continente, como Colômbia e Cuba, tornam ainda mais central para Lula a defesa do país contra a ingerência estrangeira. No episódio das sanções, a popularidade de Lula subiu ao confrontar Trump.
Na mesma toada, há um receio de que o presidente americano tente de alguma forma interferir na eleição brasileira para apoiar a candidatura de um opositor, sobretudo Flávio Bolsonaro (PL-RJ).
O fato de líderes direitistas como os governadores Tarcísio de Freitas (SP), Romeu Zema (MG), Ronaldo Caiado (GO) e Ratinho Jr. (PR), além do próprio Flávio, terem celebrado a ação de Trump foi visto por aliados de Lula como uma oportunidade de ouro para marcar as diferenças de posição no tema.
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