quinta-feira, janeiro 8, 2026

‘É bandido roubando ladrão’, diz leitora sobre Venezuela – 04/01/2026 – Painel do Leitor

Venezuela

“Trump impõe a força sobre a lei na América Latina” (Editoriais, 3/1). Um ditador a menos no mundo, mas não deveria ser dessa forma brutal e ilegal. Resta saber quem vai retirar Donald Trump da Presidência e levá-lo preso para outro país para serem dois autocratas a menos no mundo.

Telma Saraiva (Campinas, SP)

Parabéns, Folha! Que belo editorial!

Lilian Ramez Safar (Belo Horizonte, MG)

A Folha lembra o papel da ONU para resolver o restabelecimento da democracia em países sob ditaduras, mas por que ela não resolveu ainda a ditadura cubana, que já tem 66 anos? A última eleição venezuelana é prova disso, Maduro foi derrotado nas urnas, mas permaneceu no poder!

Orasil Coelho Pina (Criciúma, SC)

Tenho a sinistra impressão de que o mundo se aproxima a cada dia de uma nova e suicida guerra. Que tempos…!

Otavio Azevedo (Rio de Janeiro, RJ)

Um brasileiro, um dinamarquês e um canadense não tinham o menor medo de que Maduro invadisse seus países. Mas sabem que Trump pode fazer isso quando quiser e declarar suas as riquezas do país atacado. Não sei o que bolsonaristas amestrados veem de bom nisso.

Nelson de Paula (Curitiba, PR)

Parabéns pelo editorial. Talvez fosse diferente se houvesse mais diplomacia e pressão contra a fraude eleitoral, a catástrofe humanitária, em vez da defesa rasa de Maduro. Ninguém mais está seguro, e se este conceito, mais do que largo, de estado narcotraficante, virou senha para invadir um país, o Brasil precisa pôr suas barbas de molho. Há petróleo, há terras raras, há riqueza hídrica, biodiversidade.

Fabiana Menezes (Belo Horizonte, MG)

É bandido roubando ladrão: difícil um julgamento moral. Fiquemos, então, com o direito internacional: é um país roubando o petróleo do outro.

Maria Cecilia C. Silva (São Paulo, SP)

Jones Manoel

“‘Com fascista não se conversa, se debate para desmascarar’, diz Jones Manoel” (Monica Bergamo, 4/1). Comunista genocida pode? Tipo Mao, Pol Pot, Stálin? Com eles você conversa?

Eliana Atihe (São Paulo, SP)

Jones incomoda porque seus argumentos são profundos, ainda que “radicais”. Esse termo não tem nada a ver com “jogar bombas”, mas com uma mudança estrutural na sociedade.

Debora Andrade (Recife, PE)

Futebolês

“Ancelotti já sabe o que é cabeça de bagre?” (Ruy Castro, 3/1). Não tenha dúvida de que toda essa diversidade exista em italiano e em outras línguas onde o futebol é popular. Outro dia estava lendo um artigo sobre todas as gírias em inglês para embriagado, e ainda em que época elas foram populares.

José Cardoso (Rio de Janeiro, RJ)

Ruy, quando moleque lá nas Minas Gerais, jogando com bola de capotão, se alguém estava impedido, a gente dizia que ele estava “fedendo na área”.

Manoel Bolonha (São Paulo, SP)

Bolsonaro

“Flávio Bolsonaro não entende nada de tortura” (Elio Gaspari, 3/1). Tortura em cela particular, com ar-condicionado e atendimento médico 24 horas por dia.

Erica Luciana de Souza Silva (Juiz de Fora, MG)

Se não for pau-de-arara não é tortura?

Marco Antonio Poliseli (Arapongas, PR)

Produtividade

“Produtividade e crescimento sustentável” (Roberto Campos Neto, 4/1). Artigo certeiro. Realmente, apesar de todo o desenvolvimento econômico no mundo das últimas décadas, a produtividade não cresceu o suficiente. Será que o emprego massivo de IA vai mudar essa situação?

Cesar Costa (São Paulo, SP)

Ô, doutor. A geração de renda é fundamental. O nó da questão é a distribuição da renda. Por que será que os ricos estão ficando cada vez mais ricos, e os pobres, cada vez mais pobres?

Antonio Carlos Cunha (Goiânia, GO)

Nem consegui concluir a leitura do artigo. Em busca de algo inteligente, fui direto para os comentários.

Iraia Galindo (Recife, PE)

Beleza

“Os lindos que me perdoem, mas feiura é fundamental” (Becky S. Korich, 4/1). Ah, que crônica linda e tão bem fundamentada!!!! Em dia turbulento, um bálsamo!

Maria Helena Borgato (Bauru, SP)

E não há beleza que possa competir com o charme de um olhar, um gesto com as mãos ou a forma de caminhar, pegar um copo e sorver seu líquido. A graça vale mais que a perfeição.

Flávia Masetti de Oliva (São Paulo, SP)

Que texto lindo, cheio de bossa. Como deve ser a beleza humana.

Cleber Eduardo Torres (São Paulo, SP)

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