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Lula flerta com o Irã e arrasta o Brasil para o lado errado da história

A história é implacável com quem escolhe o lado errado. Defender ou relativizar regimes autoritários não é neutralidade – é posicionamento. E Lula, ao defender o Irã, arrasta todos nós, brasileiros, para o lado errado da história diante dos maiores conflitos da história recente.

É preciso deixar claro de quem estamos falando. O Irã é uma ditadura teocrática que governa pela repressão e pelo medo. É um regime que – apesar de todos os alertas globais – matou 43 mil manifestantes que protestavam por liberdade no início de 2026, segundo dados do Centro Internacional para Direitos Humanos no Irã. É comandado por um regime que oprime mulheres sob leis religiosas coercitivas, que executa dissidentes e que persegue cristãos convertidos e restringe judeus.

A história não registra discursos mornos. Registra escolhas. E Lula, com suas escolhas equivocadas, arrasta nós, brasileiros, para o lado errado da história

Sem falar no fato de financiar grupos terroristas que espalham instabilidade no Oriente Médio, desenvolve armas de destruição em massa enquanto desafia acordos internacionais. Não estamos falando de um país “mal compreendido”. Estamos falando de um regime autoritário que reprime por dentro e ameaça por fora.

E qual é a resposta da esquerda brasileira? Cobrança por soberania, diálogo e equilíbrio. Isso não é política externa técnica, mas puro alinhamento ideológico com ditaduras que se encaixam na velha narrativa antiocidental da esquerda.

Não muito distante vemos o exemplo do padrão da esquerda com a Venezuela que chegou ao fim. Nicolás Maduro conduzia um regime autoritário responsável por colapso institucional e crise humanitária que jamais recebeu nota de condenação pelo Itamaraty.

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Já quando o tema é Israel, Lula adota críticas duras, comparações inflamadas e assume postura frontal contra o governo que age preventivamente diante das ameaças concretas que vêm do Irã e de seus aliados regionais. E ainda sobra ironia quando o alvo são os Estados Unidos. Lula, do alto de sua inexpressividade diplomática, criticou Donald Trump dizendo que ele queria “governar o mundo por rede social”.

Ao relativizar a ditadura iraniana, blindar Maduro sob o escudo da soberania e atacar Israel enquanto poupa Teerã, Lula transformou a política externa brasileira em instrumento ideológico. Em vez de protagonismo internacional, o Brasil assume postura de anão diplomático, guiado mais por alinhamento ideológico antiocidental do que por estratégia de Estado.

A história não registra discursos mornos. Registra escolhas. E Lula, com suas escolhas equivocadas, arrasta nós, brasileiros, para o lado errado da história.

Fabio Oliveira é especialista em gestão pública e deputado estadual.

Autor: Gazeta do Povo

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