Quem costura a dramaturgia de “O auto da Compadecida” com os sucessos de Caetano Veloso, Roberto Carlos, Sérgio Sampaio e Zeca Baleiro é Gabriel Villela, extraordinário diretor mineiro que, na primeira parceria com o conterrâneo grupo Maria Cutia, acentua a mordacidade do texto de Suassuna com evocações do cenário político da atualidade enquanto carnavaliza a cena com o canto de músicas como a marcha “Alegria alegria” (Caetano Veloso, 1967), “Tropicália” (Caetano Veloso, 1968) – com pequenas alterações na letra para aludir à personagem-título Nossa Senhora Compadecida (Mariana Arruda) – e a marcha “Eu quero é botar meu bloco na rua” (Sérgio Sampaio, 1972), esta cantada na abertura e no fecho folião do espetáculo, com o público indo atrás dos atores como se seguisse um bloco.
Músicas de Caetano Veloso, Sérgio Sampaio e Roberto Carlos embalam o auto tropicalista do Grupo Maria Cutia
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