Na avaliação de Ivy, o desconforto não está exatamente na festa, mas no conjunto de expectativas que a acompanha. “Tem a fantasia, tem o figurino, tem a comparação, tem o comentário atravessado, tem a avaliação silenciosa. Você vira um corpo para ser medido, e não uma pessoa para estar ali”, afirmou. Para ela, a exigência de um padrão estético específico entra em conflito com a ideia de maturidade. “A cobrança pelo corpo perfeito no Carnaval não conversa com a maturidade, e isso pesa ainda mais nas mulheres 60+.”





