“As empresas teriam que renovar e comprar mais ônibus, e aí começa novo ciclo de amortização. Como nós estamos em um período transitório entre contrato e outro, nós temos apenas ano e meio, pouco menos, para que haja a amortização. Isso oneraria sobremaneira o custo da tarifa técnica para o município. É temerário você renovar agora neste momento, então nós intensificamos as inspeções veiculares”, detalha Ogeny Pedro Maia Neto, presidente da Urbs.




