Quando criança, Lilli Correll amava e temia a própria mãe ao mesmo tempo. Nos bons momentos, sentia-se especial -a mãe a chamava carinhosamente de Monkey, e as duas riam juntas. “Eu era a filha favorita dela”, conta Correll, hoje com 55 anos, moradora de Austin, no Texas.
Leia mais (03/23/2026 – 22h00)
Autor: Folha




















