
A mesa de abertura da Conferência de Ação Política Conservadora (CPAC), o maior fórum conservador do mundo, aprovou de forma unânime uma resolução para condenar o uso do sistema judicial brasileiro como arma política contra o ex-presidente Jair Bolsonaro.
A direção do evento também criticou a proibição de entrada de um assessor do presidente dos EUA, Donald Trump, no país, por decisão do ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Alexandre de Moraes. Antes de ser barrado, o encarregado de assuntos relacionados ao Brasil dentro do Departamento de Estado, Darren Beattie, havia solicitado à Justiça uma visita ao ex-presidente Bolsonaro, na ocasião preso no 19º Batalhão de Polícia Militar do Distrito Federal, mas o pedido foi negado.
Durante a leitura da resolução, Mercedes Schlapp, uma das organizadoras do fórum conservador, destacou a condenação da CPAC sobre o “uso contínuo do chamado lawfare pelo presidente do Brasil, Lula, e pelo ministro do STF Alexandre de Moraes contra Bolsonaro e o povo brasileiro”.
“O que estamos presenciando não é justiça, mas sim um abuso tirânico do poder judicial, projetado para silenciar a oposição política, sufocar a liberdade de expressão e manipular as próximas eleições em favor do governo Lula”, disse.
Schlapp disse ainda no discurso inaugural que Moraes transformou o Judiciário brasileiro em uma arma política, por meio da imposição de condenações injustas, ordens de censura, bloqueio de bens e restrições que, na prática, transformaram o presidente Bolsonaro em um preso político.
O evento conservador, que acontece no Texas até o próximo sábado (28), conta com a presença de várias figuras relevantes da direita mundial. O pré-candidato à presidência do Brasil, Flávio Bolsonaro, e o ex-deputado federal Eduardo Bolsonaro marcam presença no fórum.
Autor: Gazeta do Povo








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