À CNN Brasil, o ministro da Saúde, Alexandre Padilha, afirmou neste sábado (24) que a postura antivacina da América do Norte “não pode contaminar o povo brasileiro”.
“A gente tem que proteger o povo brasileiro dessa postura antivacina que acontece com muita força hoje na América do Norte e que não pode contaminar o povo brasileiro. A gente precisa manter essa vigilância, proteger o povo brasileiro e a melhor forma é a gente se vacinar”, disse Padilha.
Neste sábado, o governo de São Paulo promove o “Dia D” de vacinação contra o sarampo e a febre amarela em todas as regiões da capital paulista.
Para facilitar o acesso à imunização, o serviço também estará disponível em estações de metrô e trem, terminais de ônibus e centros comerciais da cidade.
Nas UBSs, o horário de funcionamento é das 8h às 17h. As demais vacinas do calendário também serão disponibilizadas.
Já nas AMAs (Assistências Médicas Ambulatoriais) e UBSs Integradas, o atendimento aos sábados é das 7h às 19h. Além disso, os CEUs (Centros Educacionais Unificados) também ofertarão as vacinas, das 9h às 16h.
“Negacionismo antivacina”
Segundo Padilha, “o Brasil está vencendo a guerra contra o negacionismo antivacina”.
Em janeiro deste ano, Donald Trump, presidente dos Estados Unidos, indicou Robert F. Kennedy Jr. para assumir a Secretaria de Saúde e Serviços Humanos do país. O escolhido do republicano tem um histórico anti-imunizantes.
Robert F. Kennedy Jr defende, inclusive, que vacinas infantis tem ligação com o autismo. Ele também já declarou que haveria evidências convincentes de que a gripe espanhola e o HIV se originaram da pesquisa de vacinas. O secretário também divulgou informações falsas sobre as vacinas da Covid-19.
Durante audiência no Senado dos EUA, ele afirmou que não é antivacina ou anti-indústria, mas sim “pró-segurança”.
Autor: CNN Brasil












