O entretenimento chega ao seu limite quando causa desconforto, seja em quem participa ou assiste. Assediar, maltratar, machucar, insultar ou praticar qualquer tipo de violência não deveria ser considerado entretenimento.
Camila Piotto Azevedo Santos (Uberlândia, MG)
Os limites se dão quando a proposta deixa de ser o lazer e passa a reforçar violências, preconceitos ou a desumanização. O entretenimento é importante para descansar, divertir e até provocar reflexões, mas não pode justificar a humilhação, o ódio ou a banalização do sofrimento alheio.
Carlos Silva Bezerra (Bauru, SP)
Quem controla os limites do entretenimento é a audiência. Enquanto o BBB e outros realities estiverem indo bem entre os telespectadores, não há motivo para que os programas mudem suas estratégias, que rendem dezenas de patrocinadores e sucesso televisivo.
Pedro Valentim (Bauru, SP)
Gosto do BBB, mas a dinâmica do Quarto Branco foi totalmente humilhante. Deixar pessoas sem se alimentar ou ter o mínimo de higiene básica passa da normalidade. Se fosse uma prova de resistência com quem já está dentro do jogo não seria tão grave. .
Valeria Verona (São José do Rio Preto, SP)
O limite é o respeito entre os participantes. Além disso, organização do programa jamais deve colocar em risco a saúde física e mental dos competidores. .
Regina Lima (Goiânia, GO)
Humilhação, racismo, gordofobia e xenofobia são os problemas mais óbvios. Esse tipo de “entretenimento”, que leva as pessoas ao limite, vem crescendo.
Vittor Dias (São Paulo, SP)
Nem deveria existir esse tipo de programa! É sintoma de uma sociedade adoecida. Recomendo ler um livro.
Wladmir Carlos Berbert (Londrina, PR)
O limite é dado pela ética. Não tenho dúvida, por exemplo, que se as experiências do BBB fossem reproduzidas em uma pesquisa científica, o comitê de ética barraria.
André Gomes (Curitiba, PR)
É o extremo. Não é entretenimento ver pessoas se humilhando.
Geraldo Soares Ramos Junior (São Paulo, SP)
O limite é o bom gosto. Programas como o Big Brother, para mim, são uma lástima. Puro voyeurismo desinteressante para qualquer pessoa com vida própria.
Denise Antunes Accurso (Porto Alegre, RS)
O BBB ser tão considerado como eixo de discussão comportamental e de valores é apenas o reflexo de nossa sociedade vazia e fútil. Ler um livro continua sendo o melhor entretenimento.
Adilson Roberto Gonçalves (Campinas, SP)
Autor: Folha














