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291 residentes em Engenharia e Gestão Ambiental iniciam atividades práticas

Profissionais de diferentes áreas do conhecimento iniciaram nesta semana as atividades práticas da 6ª edição do Programa de Residência Técnica em Engenharia e Gestão Ambiental. A iniciativa é do Governo do Paraná, desenvolvida por meio da Secretaria da Ciência, Tecnologia e Ensino Superior (Seti), em parceria com a Secretaria do Turismo (Setu), o Instituto Água e Terra (IAT) e a Universidade Estadual de Ponta Grossa (UEPG).

Nesta edição, o programa reúne 291 residentes, recém-graduados, que passam a atuar em unidades do IAT e Setu distribuídas em 21 municípios paranaenses. O objetivo é promover a especialização prática de profissionais interessados em áreas estratégicas para a gestão pública, como gestão ambiental, planejamento territorial, licenciamento ambiental, fiscalização e outorga de recursos naturais.

Mesmo com o início das atividades, o programa realiza chamadas para o preenchimento de vagas remanescentes, ampliando as oportunidades de participação

Com duração de 24 meses, a Residência Técnica alia a vivência prática nos órgãos públicos a uma formação acadêmica complementar. Além das atividades desenvolvidas nas unidades do IAT, os residentes participam de aulas remotas do curso de pós-graduação Lato Sensu ofertado pela UEPG, garantindo a integração entre teoria e prática.

De acordo com o coordenador da Residência Técnica em Engenharia e Gestão Ambiental (Restec), professor Guilherme Araujo Vuitik, o programa cumpre um papel estratégico tanto na formação profissional quanto no fortalecimento da gestão ambiental no Estado. “A Residência Técnica permite que o recém-formado vivencie, na prática, os desafios da administração pública, ao mesmo tempo em que contribui diretamente para a qualificação das políticas ambientais desenvolvidas no Paraná”, destaca.

Para os participantes, a experiência representa uma oportunidade de inserção profissional e de aprofundamento técnico. A residente Anna Vitória Cardoso Martins ressalta o impacto da iniciativa em sua trajetória. “Eu vejo a residência como uma oportunidade para o meu crescimento profissional e pessoal. Já participei de vistorias de fiscalização em campo, o que para mim foi incrível e muito diferente de tudo que eu havia visto na minha vida profissional”, afirma.

“Os residentes técnicos têm um papel fundamental no fortalecimento das políticas públicas do Paraná. Eles trazem conhecimento atualizado, visão técnica e capacidade de inovação, contribuindo para ações mais sustentáveis, planejamento qualificado e melhor gestão dos nossos territórios turísticos. É uma troca que qualifica o Estado e forma profissionais preparados para os desafios da administração pública”, explica o secretário de Estado do Turismo, Leonaldo Paranhos.

RESTEC – Coordenados pela Secretaria da Ciência, Tecnologia e Ensino Superior (Seti), com o apoio das universidades estaduais, os programas de Residência Técnica (Restec) são considerados política pública de Estado, com amparo na Lei nº 20.086/2019. Essa legislação estabelece a base legal para a implantação de novos cursos de especialização na modalidade de residência técnica e assegura a continuidade dos programas atuais, a fim de capacitar e aperfeiçoar profissionais recém-formados para o setor público. Atualmente, o Paraná mantém 1.413 residentes ativos, distribuídos em 10 programas de residência técnica.

Autor: Agencia Paraná

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