A demência frontotemporal é uma das formas mais comuns da doença em pessoas com menos de 60 anos e pode afetar linguagem, comportamento ou movimentos. No caso de Willis, o primeiro diagnóstico, no início de 2022, foi de afasia, um distúrbio de linguagem. Meses depois, os médicos confirmaram que o problema era, na verdade, um sintoma da FTD.















