“Tudo virou aprendizado, renascer dentro da dor, nesse labirinto de emoções, e Sentir a presença de uma força maior do que nós. A perda é morte e renascimento ao mesmo tempo. E, por mais profundo que seja, é isso que tem me trazido a maior paz e me conduzido para o melhor que ainda posso viver! A vida não acabou. Ela mudou de forma. E hoje, no último dia de 2025, eu não fecho ciclos eu honro tudo o que me atravessou. Entro em 2026 em obra. Com fé, com consciência e com amor. Que venha um ano de mais leveza, mais verdade e mais vida, do jeito que ela agora sabe ser!”, finalizou ela, que também é mãe de Elle-Marie e Gioe-Marie.




