
O presidente da Assembleia Legislativa do Paraná, Alexandre Curi (Republicanos), oficializou sua pré-candidatura ao governo estadual nas eleições de 2026. Apoiado pelo governador Ratinho Junior, Curi aposta na transparência legislativa e na pacificação política para liderar o estado.
Por que Alexandre Curi decidiu trocar o PSD pelo Republicanos?
A mudança foi um movimento estratégico e coordenado com o governador Ratinho Junior. O objetivo é fortalecer a unidade da base aliada e garantir uma coligação robusta, com mais tempo de televisão e apoio partidário. Curi reforça que não houve ruptura, mas sim uma organização para que o grupo político chegue unido à disputa de 2026, evitando a divisão de votos entre candidatos do mesmo espectro.
O que o candidato pretende fazer se não for eleito governador?
Alexandre Curi afirma categoricamente que não trabalha com um ‘plano B’. Caso não vença a disputa, ele pretende encerrar seu ciclo no Legislativo, onde já cumpriu seis mandatos, e pode até abandonar a carreira como deputado estadual. Ele acredita que sua preparação de anos o qualifica para o cargo máximo do Paraná e que é hora de dar oportunidade para novas lideranças na Assembleia.
Como ele avalia sua atual gestão na Assembleia Legislativa do Paraná?
Curi destaca o que chama de ‘selo diamante’ em transparência. Sob seu comando, a Alep saltou de índices baixos para 100% de transparência em itens pesquisados por tribunais de contas. Além disso, ele ressalta a economia de recursos, com a devolução de cerca de 620 milhões de reais ao governo estadual, e a modernização da Casa com o uso de inteligência artificial e sustentabilidade.
Qual é a posição de Curi sobre temas polêmicos como os colégios cívico-militares?
Ele se declara favorável ao modelo, desde que a decisão seja tomada de forma democrática pela comunidade escolar. Para Curi, pais, alunos e professores devem votar se desejam a transição. Ele argumenta que os índices de aprovação e disciplina nessas instituições são altos, mas reforça que a escolha deve partir da vontade popular local e não de uma imposição governamental.
Como o candidato pretende lidar com a atual polarização política?
A estratégia defendida é focar em políticas públicas em vez de pautas ideológicas. Curi critica políticos que buscam apenas popularidade digital e afirma que, como gestor, é preciso governar para todos. Ele cita a criação do Código de Ética na Assembleia como uma ferramenta para mediador conflitos e punir excessos, garantindo que o debate sobre o futuro do estado seja a prioridade.
Conteúdo produzido a partir de informações apuradas pela equipe de repórteres da Gazeta do Povo. Para acessar a informação na íntegra e se aprofundar sobre o tema leia a reportagem abaixo.
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Autor: Gazeta do Povo








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