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Arnold Classic: Rayane Fogal diz estar ‘muito confiante’ – 05/02/2026 – Músculo

Atual quarta melhor fisiculturista do planeta na categoria Wellness, Rayane Fogal é uma das principais favoritas ao título da edição de Ohio do Arnold Sports Festival, conhecida como Arnold Classic Ohio, que acontecerá entre os dias 5 e 8 de março.

A principal concorrente da fisiculturista brasileira deve ser a dominicana Elisa Alcântara, que ficou com o terceiro lugar no Olympia 2025 –uma posição à frente de Rayane.

Em entrevista à coluna, a atleta mineira afirma que não sobe no palco “apenas para participar” e diz estar “muito confiante” com relação à sua preparação: “Em comparação ao físico que eu apresentava na mesma fase da preparação para o Olympia [última competição da qual participou], já me sinto muito melhor. É bom que ela [Elisa] chegue a Ohio melhor do que no Olympia. Eu a admiro como atleta, é uma excelente pessoa, mas em cima do palco somos rivais”.

“Eu miro o topo. Sempre me preparo para ser campeã, independentemente de quem eu vou enfrentar”, completa.

Início no esporte

Natural de Muriaé (MG), Rayane começou a praticar musculação com apenas 12 anos de idade. “Na época, eu tinha uma escoliose muito acentuada e me queixava de dores nas costas. Minha mãe me levou no médico, e o profissional me deu duas opções: musculação ou cirurgia. Como cirurgias na coluna geralmente são arriscadas, restou apenas uma opção, então eu fui praticamente obrigada a me matricular na academia”, conta.

Com o tempo, a prática que se deu por imposição passou a ser um momento de lazer. Segundo a atleta, que compete desde 2014, sua migração de uma “ratinha de academia” para uma fisiculturista foi algo natural: “Ir para o esporte, de fato, foi apenas uma consequência daquilo que eu já vivia”.

“Meu esposo –na época, meu namorado– já era atleta. Uma vez, fui acompanhá-lo num campeonato, vi as fisiculturistas da Wellness e me apaixonei pela categoria”, lembra.

Representatividade

Por fim, Rayane aponta a mudança que o cenário fitness observou desde sua chegada: “Antigamente, a mulher poder frequentar a academia era um luxo. Ela ia porque ‘tinha tempo para isso’. Hoje, virou uma necessidade, praticamente. As mulheres querem não só se cuidar, mas melhorar sua autoestima. O fisiculturismo contribuiu muito para isso. Com a crescente do esporte, as adolescentes já querem praticar musculação. O tratamento das mulheres também melhorou muito. Antes, as mulheres praticamente não tinham visibilidade, isso era exclusivo para os homens. Hoje, avançamos muito, e eu fico feliz de ter feito parte disso”.

Ao lembrar o início da temporada passada, período em que pensou em deixar o esporte por conta de críticas decorrentes de resultados abaixo do esperado, ela também passa uma mensagem às jovens praticantes de musculação que sonham em se tornar atletas de palco: “Só não desisti porque meus olhos ainda brilhavam diante do esporte. Independente das críticas, se você acredita que algo faz sentido, não pare”.

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Autor: Folha

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