quinta-feira, janeiro 1, 2026

Brasileiras viajam atrás de namorado coreano em reality – 01/01/2026 – K-cultura

“Será que eu vou viver um k-drama aqui?”, diz uma das participantes logo no início de “Meu Namorado Coreano”. O novo reality show da Netflix acompanha cinco brasileiras com relacionamentos virtuais que viajam à Coreia do Sul para ver se vai dar namoro ou casamento.

A produção recebeu críticas nas redes sociais antes mesmo de ser lançada, nesta quinta (1º), por reforçar estereótipos e correr o risco de passar uma imagem negativa das mulheres brasileiras no exterior. Também reacendeu o debate sobre fetichização de homens sul-coreanos, retratados de forma idealizada nos k-dramas.

Cada participante tem um histórico amoroso diferente: umas conheceram o pretendente nas redes sociais, outras durante viagem anterior à terra do k-pop. Elas mantiveram a relação de alguns meses à distância e agora têm cerca de um mês para encontrá-los pessoalmente e definir o futuro.

Lá, as brasileiras descobrem que, é claro, a realidade não é bem como num k-drama. Um dos rapazes dá bolo na hora de buscar no aeroporto, outro já traiu e pediu para a namorada virtual pegar dinheiro emprestado para visitá-lo em Seul. As que querem casar têm de encarar a sogra coreana e pedir a aprovação.

Os participantes enfrentam a barreira da língua e, sobretudo, as diferenças culturais quando o assunto é relacionamento. De um lado, está um país que abraça e beija ao cumprimentar qualquer pessoa. Do outro, uma sociedade que vê tal ato como “super esquisito”, como diz um dos pretendentes.

Apesar disso, os casais trocam juras de amor. O público acompanha as cinco mulheres em dates e passeios em pontos turísticos ao longo dos episódios. Ao todo, são sete —a segunda leva é liberada no dia 8. Celebridades e influenciadores, como Márcia Sensitiva, Nicole Bahls e João Guilherme, foram escalados para comentar as cenas.

Uma das participantes, no entanto, tem uma história diferente. Nascida na Coreia do Sul, ela migrou ao Brasil quando tinha três anos e volta à terra natal pela primeira vez, onde se sente estrangeira. A busca dela é por se conectar com as raízes da família —e, de quebra, quem sabe encontrar um boy.

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