“Maneco, com quem fui casada por mais de 10 anos e de quem nunca deixei de ser amiga, morreu depois de passar por muitas dores e sofrimentos — não físicos, mas do espírito. Ninguém pode imaginar o que é a dor de um pai perder três filhos, mas o Maneco transformou isso em energia. Maneco sofreu tanto com a perda dos filhos, mas não transferiu essa dor para a vida que levava, nem para nenhum de seus amigos. Eu imagino o Maneco chorando sozinho. Ele nunca quis ser mal humorado, nem triste”, disse.




