Com a indicação de Jorge Messias, Pernambuco pode voltar a ter um ministro do Supremo Tribunal Federal após mais de 60 anos.
Ao todo, 11 pernambucanos ocuparam uma cadeira no plenário do Supremo. O último foi Barros Barreto, nomeado por Getúlio Vargas em 1939, durante a ditadura do Estado Novo. Ele ficou no STF até 1963, ou seja, por 24 anos.
Agora, se aprovado pelo Senado, Jorge Messias, que tem 45 anos de idade, poderá ficar no Supremo até fevereiro de 2055.
A Faculdade de Direito do Recife, onde ele estudou, poderá ter um ex-aluno no STF após mais de 30 anos.
O mais recente que se formou na instituição a ocupar uma vaga na Corte foi o paraibano Rafael Mayer, que se aposentou em 1989 e exerceu o cargo de ministro por pouco mais de dez anos.
Ao todo, 40 ministros do STF foram formados na instituição, inicialmente instalada em Olinda, que é uma das mais antigas do Brasil. Foi criada em 1827 pelo imperador Dom Pedro 1º, assim como a Faculdade de Direito do Largo de São Francisco, atualmente da Universidade de São Paulo.
Se Messias for aprovado pela maioria dos senadores, a indicação também fortalece o protagonismo de Pernambuco em Brasília.
Atualmente, o estado possui o presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, e sete ministros no governo federal, número que cairá para seis se Messias for para o STF.
Messias, inclusive, estudou na mesma turma de Direito da UFPE do ministro da Previdência, Wolney Queiroz.
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