A decisão do Banco Central de fechar o Banco Master gerou um grave conflito em Brasília. O Supremo Tribunal Federal (STF) e o Tribunal de Contas da União (TCU) estão questionando a medida, levantando suspeitas de interferência política e expondo possíveis conflitos de interesse que ameaçam a estabilidade do sistema financeiro.
Qual a mais recente ação no caso?
O Tribunal de Contas da União (TCU) intensificou a crise ao rejeitar as justificativas do Banco Central (BC) para a liquidação do Banco Master — um fechamento forçado da instituição. O TCU agora fará uma inspeção mais profunda nos processos do BC e não descartou uma medida cautelar, que analistas temem que possa gerar um “risco sistêmico”, ou seja, um efeito dominó que afete todo o sistema bancário.
Como o STF se envolveu na crise?
A tensão aumentou quando o ministro Dias Toffoli (STF) marcou uma “acareação” — uma confrontação direta — entre um diretor do Banco Central e o dono do Banco Master. A medida foi vista como irregular e uma ameaça à autonomia do BC. Pressionado, Toffoli recuou e cancelou a participação do diretor, o que aliviou temporariamente o mercado financeiro.
Por que o ministro Alexandre de Moraes também é questionado?
Alexandre de Moraes é suspeito de ter pressionado o presidente do BC, Gabriel Galípolo, em nome do Banco Master. Além disso, há polêmica sobre um contrato milionário do banco com o escritório de advocacia da esposa de Moraes, gerando suspeitas de conflito de interesses e de “advocacia administrativa”, que é o crime de usar um cargo público para beneficiar interesses privados.
Qual a reação política a tudo isso?
A oposição está se mobilizando para instalar uma Comissão Parlamentar Mista de Inquérito (CPMI) para investigar o caso, incluindo a conduta dos ministros do STF. Além da CPMI, parlamentares também protocolaram um novo pedido de impeachment contra Alexandre de Moraes, buscando dar mais força política à iniciativa.
Qual é o principal risco apontado por especialistas?
Para especialistas, o maior risco neste momento não é jurídico, mas sim de reputação e institucional. A interferência de outros poderes nas decisões técnicas do Banco Central pode comprometer a credibilidade da autoridade monetária, que é a guardiã do sistema financeiro, gerando insegurança e instabilidade para a economia do país.
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