
O embaixador dos Estados Unidos nas Nações Unidas, Michael Waltz, defendeu durante sua participação na Conferência de Segurança de Munique, nesta sexta-feira (13), os cortes e sugestões de reformas do governo do presidente Donald Trump na organização. Segundo ele, as medidas são necessárias para tornar o organismo mais eficiente diante de crises internacionais.
“A ONU sairá mais forte ao final desse processo. O status quo era insustentável e não funcionava em lugares como Gaza ou Azerbaijão-Armênia (ambos zona de conflito)”, afirmou Waltz em uma palestra do evento dedicado às transformações na ordem global.
Os Estados Unidos são o maior contribuinte do orçamento das Nações Unidas, mas acumulam valores em atraso tanto no orçamento regular quanto nas missões de paz, segundo a agência Reuters. Em entrevista concedida no último dia 11 à agência, Waltz afirmou que Washington pretende quitar suas obrigações financeiras com a ONU nos próximos meses, ao mesmo tempo em que manterá a pressão por reformas estruturais e medidas de redução de custos dentro da organização.
“Vamos continuar pressionando por eficiência sustentada”, declarou na ocasião.
Durante sua participação na conferência desta sexta-feira, Waltz defendeu a criação do Conselho de Paz, lançado por Trump durante o Fórum Econômico de Davos, no mês passado. Segundo o embaixador, a iniciativa é “perfeitamente aceitável se estivermos obtendo resultados”.
Autor: Gazeta do Povo








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