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Falta a Fagner o balanço da bossa, mas álbum arranjado por Roberto Menescal é correto e apaga o vexame de show

Parceria póstuma de Carlos Lyra (1933 – 2023) com Dolores Duran (1930 – 1959), “O negócio é amar” (1984) exemplifica a acertada contenção do canto do intérprete. Ainda assim, “Bossa nova” é daquele tipo de álbum que pode até não agredir os ouvidos, mas tampouco provoca alguma sensação de encantamento. Talvez porque, como mostra a abordagem de “Samba de verão” (Marcos Valle e Paulo César Valle, 1964), feita ao lado do autor Marcos Valle, Fagner parece cantor de outra estação, em que pesem todos os louváveis esforços do intérprete para se afinar com o padrão vocal da bossa nova.

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