A ONG Gerando Falcões acelerou neste ano o seu programa de inclusão produtiva de moradores de favelas e periferias brasileiras. A organização inseriu 30 mil pessoas no mercado de trabalho do país em 2025, resultado 150% superior em relação ao ano passado.
Desse total, 21.613 pessoas são pretas e pardas. As mulheres também estão na dianteira, sendo que mais da metade dos contratados é do gênero feminino (15.767).
O número de novos empregados representa 0,03% do total de pessoas ocupadas no Brasil com algum tipo de trabalho (formal ou informal), que chegou a 103,9 milhões até novembro deste ano, recorde da série histórica do IBGE.
O setor logístico foi o que mais empregou a população assistida pela Gerando Falcões, com 13.932 novos empregados, seguido pela área de administração, com 3.789 vagas.
O modelo de trabalho CLT foi o predominante, correspondendo a 22.941 pessoas inseridas no mercado. Na sequência aparecem as modalidades de Jovem Aprendiz, com 3.716 beneficiados, e microempreendedor, com 2.056.
“São pessoas que não tiveram, na maioria das vezes, acesso a um curso, a uma orientação de carreira ou a um processo seletivo justo. Agora, elas conseguem transformar sua própria realidade. Este resultado não é da Gerando Falcões, é delas”, diz Alex dos Santos, conhecido como Lemaestro, diretor de Operações da Gerando Falcões.
De janeiro a novembro, a ONG capacitou 31.150 pessoas com cursos de programação, inglês e marketing para prepará-las para o mercado.
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