
Pessoas fazem fila perto da Pirâmide de Vidro do Museu do Louvre em dezembro de 2025
Reuters/Abdul Saboor
O Louvre, museu mais visitado do mundo, está fechado novamente nesta segunda-feira (19) devido a uma greve de funcionários, a terceira desde meados de dezembro, quando a mobilização começou para exigir melhorias nas condições de trabalho.
“O museu não está aberto hoje”, disse um porta-voz da instituição à AFP, após cerca de 300 funcionários votarem em assembleia pela prorrogação da greve, que começou em 15 de dezembro, segundo os sindicatos CFDT, CGT e SUD.
Desde o início da mobilização, o museu francês quase sempre conseguiu abrir parcialmente, principalmente para a “visita guiada de obras-primas”, que inclui a Mona Lisa, a Vênus de Milo e a Vitória de Samotrácia.
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Mas esta é a terceira vez que a galeria de arte não consegue abrir suas portas. Os dois dias anteriores de fechamento resultaram em uma perda de receita de “pelo menos um milhão de euros (6,23 milhões de reais)”, afirmou a administração.
Os funcionários exigem, entre outras coisas, que seus salários sejam equiparados aos do Ministério da Cultura e medidas concretas em relação às condições de trabalho, que, segundo eles, deterioraram-se significativamente desde o assalto espetacular de 19 de outubro.
Desde o início das greves, foram anunciadas cerca de 140 novas contratações, e uma nova reunião está marcada para quinta-feira no Ministério da Cultura para discutir a questão salarial, que continua sendo um “ponto crucial de atrito”, de acordo com Christian Galani, da CGT (Confederação Geral do Trabalho).
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