
A Guarda Revolucionária Islâmica (IRGC, na sigla em inglês) divulgou neste domingo (1º) um comunicado no qual promete executar “a mais feroz operação ofensiva da história das Forças Armadas iranianas” contra os Estados Unidos e Israel. A declaração foi publicada após a confirmação oficial da morte do líder supremo do Irã, aiatolá Ali Khamenei.
Khamenei morreu em decorrência dos bombardeios conduzidos pela aliança entre Estados Unidos e Israel, iniciados na manhã de sábado (28). Segundo agências iranianas, o líder supremo e integrantes de sua família foram atingidos nas primeiras horas do ataque.
Logo após a ofensiva inicial, o regime iraniano lançou mísseis contra Israel e contra bases militares norte-americanas instaladas no Oriente Médio.
Ameaça direta
No comunicado, a IRGC classificou as bases militares dos Estados Unidos na região como “terroristas” e anunciou que a nova operação começará “em instantes”.
Durante a madrugada de domingo no Brasil e já manhã em Israel, mísseis disparados em direção a Tel Aviv foram interceptados pelo sistema de defesa israelense. Autoridades não divulgaram, até o momento, balanço consolidado de vítimas ou danos estruturais.
Estrutura e liderança
A IRGC é o braço das Forças Armadas iranianas subordinado diretamente ao líder supremo. A organização exerce papel central na política de segurança e na condução de operações externas do regime.
A União Europeia incluiu a IRGC em sua lista de organizações terroristas em janeiro deste ano, citando sua atuação nos protestos registrados no Irã entre dezembro e janeiro.
Além de Khamenei, agências de notícias iranianas confirmaram a morte do comandante da IRGC, Major General Pakpour, durante os bombardeios.








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