
O Irã lançou neste sábado (28) uma série de mísseis contra bases militares dos Estados Unidos no Oriente Médio. As investidas atingiram instalações norte-americanas localizadas no Bahrein, Kuwait, Catar e Emirados Árabes Unidos.
A ação foi apresentada por Teerã como resposta direta aos bombardeios realizados pelos Estados Unidos e por Israel contra a capital iraniana no mesmo dia. A Casa Branca e as Forças de Defesa de Israel (IDF) confirmaram ataques a Teerã horas antes da retaliação iraniana.
Além das bases americanas, o governo iraniano disparou mísseis contra território israelense. Israel elevou o nível de alerta e mobilizou seus sistemas de defesa aérea para interceptar os projéteis. Até às 8h deste sábado, autoridades não divulgaram registros oficiais de mortos ou feridos nos ataques ocorridos no Irã, em Israel ou nas bases norte-americanas.
Os Estados Unidos mantêm 36 instalações militares distribuídas pelo Oriente Médio, utilizadas para apoio logístico, operações aéreas e presença estratégica na região.
Ofensiva inicial e justificativas
A sequência de confrontos teve início com bombardeios contra Teerã conduzidos por forças americanas e israelenses. Após os ataques, o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, declarou nas redes sociais que a operação tem como objetivo derrubar o regime iraniano.
As Forças de Defesa de Israel afirmaram que a ofensiva foi executada em caráter de autodefesa. Segundo o comando militar israelense, há informações de que o Irã tentou ocultar a continuidade de seu programa nuclear e ampliar a presença de forças próximas ao território israelense.








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