“2025 foi um ano intenso. Um mergulho profundo dentro de mim, de muitas formas e em muitos níveis. Foi o ano da maior dor que já vivi. Uma dor que às vezes cega, confunde, paralisa. E que torna o exercício da gratidão um dos maiores desafios que já enfrentei. Aprender a ser grata nesse momento não é simples. E sei que, pra quem vive algo parecido, também não é. Às vezes parece egoísmo, vitimismo… mas a verdade é que a dor e a tristeza são reais. E profundas. Mesmo assim, tenho aprendido, dia após dia, que é preciso olhar também para o que foi bom. Para os momentos de alegria, os instantes de amor, as memórias que ficam. Buscar razões para agradecer, mesmo quando tudo parece mostrar o contrário. Sou imensamente grata por tudo de bom que Deus permitiu que vivêssemos juntos. Por cada riso, cada sonho, cada troca verdadeira. E algo que me disseram ficou marcado em mim: que eu tive sorte. Porque tive a chance, que poucos têm, de viver um amor genuíno e verdadeiro. Muitos passam uma vida inteira procurando… e nunca sabem como é amar assim. Levo de 2025 a dor, sim. Mas levo também amor, gratidão, aprendizados, fé e momentos que aqueceram meu coração. Sigo. Um dia de cada vez. Com tudo o que fui, com tudo o que sou, e com tudo o que ainda vive em mim.”



