Com produção musical orquestrada por Rodrigo Samico (responsável pela calorosa captação do áudio) e André Brasileiro com o próprio Martins, o álbum “Ao vivo na Casa Estação da Luz” soa tão agradável quanto, a rigor, desnecessário. Até porque o repertório omite composições mais inusitadas presentes no roteiro do show intitulado “Versões”, caso de “Circuladô de fulô” (Caetano Veloso sobre texto de Haroldo de Campos, 1991), para priorizar canções mais populares como “Bandeira” (Zeca Baleiro, 1997), com o agravante de que já havia registros fonográficos anteriores de músicas como “Jardim da fantasia” (Paulinho Pedra Azul, 1982) e “Na paz” (Orlando Morais, 2001) na voz de Martins.
Martins adoça músicas alheias, como se fosse (bom) cantor de barzinho, no primeiro álbum ao vivo como intérprete
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