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Menegate x Sommerfeld: ‘Posso vencê-lo’, opina brasileiro – 24/02/2026 – Músculo

A edição deste ano do Arnold Classic Ohio, que acontecerá entre os dias 5 e 8 de março, contará com dois atletas que atualmente integram o top 10 do Olympia na Classic Physique. São eles Mike Sommerfeld, atual campeão do torneio em questão e vice-campeão mundial, e Matheus Menegate, tido como o segundo melhor brasileiro da categoria, atrás apenas de Ramon Dino.

Em entrevista à coluna, o fisiculturista diz que acredita na vitória diante do rival alemão: “Ser comparado diretamente ao atual vice-campeão do mundo pode ser muito bom para mim, e acredito que posso vencê-lo”.

“Eu sou alto, tenho quase 1,87m de altura. Isso me dá uma certa vantagem no palco. Minha cintura também é mais fina. Estamos treinando muito as poses, encaixando-as cada vez melhor. Não sei dizer em quais pontos, especificamente, eu sou melhor que o Mike (Sommerfeld). Acho que minha principal arma, mesmo, é o conjunto do físico”, completa.

A estratégia de Menegate e Marcelo Cruz, seu preparador, é de fazer com que o atleta chegue em sua versão mais definida até o momento. “Nessa preparação, demos mais foco em toda a cadeia posterior do físico, além do fato de que a nossa intenção é apresentar um condicionamento ainda melhor (…) sinto que eu nunca consegui chegar no meu físico mais condicionado possível e que, agora, vamos conseguir atingir essa definição máxima. Como eu tenho a tendência de conseguir segurar bem a massa muscular mesmo em déficit calórico, creio que eu consiga passar bastante fome sem prejudicar o meu volume”, explica.

Desde que ficou com a sétima colocação no Olympia do ano passado, o fisiculturista tem o Arnold Classic na cabeça: “Desde que eu me preparava para o Olympia, que aconteceu em outubro do ano passado, já pensava em competir em Ohio (…) Assim que eu saí, a primeira coisa que fiz, juntamente ao Cruz, foi contar quantas semanas faltavam para o Arnold Classic Ohio. Nisso, já começamos a nos programar e iniciamos o trabalho com duas semanas de recuperação. Aproveitei o fato de que estava usando cargas mais leves nos treinos para refinar ainda mais cada movimento. Isso foi fundamental para a gente conseguir melhorar as partes que os árbitros pediram, como por exemplo a parte baixa das costas e o peitoral”.

Por fim, Menegate ressalta que uma das maiores evoluções observadas no atleta foi a mentalidade. “Desde o primeiro Olympia da minha carreira, meu mental mudou muito. Eu estava sob muita pressão, e o fato de eu me cobrar demais causou alguns problemas relacionados à ansiedade. Como foi tudo muito rápido, não tive tempo para processar tudo isso. Tive que fazer terapia. Na última temporada, eu evoluí muito psicologicamente. Isso me possibilitou a fazer uma preparação mais leve, mesmo estando próximo da competição eu consigo conversar, dar uma entrevista. No fisiculturismo, a cabeça é ainda mais importante que o físico. O importante não é ficar pensando no futuro nem no passado, e sim fazer o melhor possível no presente”, conta o profissional.

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Autor: Folha

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