Em ano eleitoral, Lula anunciará o PAC 3 estimando que ele movimente R$ 1,3 trilhão nos próximos 12 meses. Acredite quem quiser. Esse PAC terá obras, para felicidade dos empreiteiros.
Todo mundo ganharia se, a cada novo pacote eleitoreiro, o presidente explicasse por que prometeu e não cumpriu, por exemplo, a Autoridade Climática, prometida na campanha e reiterada pelo menos em duas ocasiões.
Ao tomar posse, a ministra Marina Silva prometeu: “Até março deste ano, será formalizada a criação da Autoridade Nacional de Segurança Climática, no âmbito do Ministério do Meio Ambiente, além da criação de um conselho sobre mudança do clima, a ser comandado pelo próprio presidente da República”.
Pff, palavras ao vento.
Em setembro foi a vez de Lula: “Vamos estabelecer uma autoridade climática e um comitê técnico-científico que dê suporte e articule a implementação das ações do governo federal”.
Pff, promessas ao vento.
A trava tem nome: Marina Silva quer a Autoridade dentro do seu quadrado.
Urucubaca nova-iorquina
O prefeito muçulmano de Nova York, Zohran Mamdani, disse que foi eleito como democrata e socialista, e essa será sua maneira de governar.
Uma urucubaca persegue os prefeitos mais à esquerda na cidade. Bill de Blasio e David Dinkins (1990-1993), o primeiro negro a governar a cidade, foram desastres.
A direita tem mais sorte, Michael Bloomberg e Rudolph Giuliani (antes de se dar à bebida) foram estelares.
Flor do recesso
Do nada, brotou a discussão da conveniência de Lula disputar um quarto mandato.
Vale a resposta do ex-governador de Santa Catarina Antônio Carlos Konder Reis (1924-2018) quando lhe fizeram pergunta semelhante: “Se for preciso atravessar um pântano repleto de escorpiões e aranhas peçonhentas, ainda assim eu quero”.
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