Porém, dias depois, o Ministério Público do Paraná denunciou o policial. Na denúncia, o órgão considerou que Marcelo agiu “com dolo direto, com vontade livre e consciente, com inequívoco propósito homicida”. O MP considerou ainda as qualificadoras de motivo fútil e emprego de arma de fogo de uso restrito.




