O maior nome da história do fisiculturismo brasileiro é Ramon Rocha Queiroz, o Dino. Em 2023, o atleta acriano se tornou o primeiro homem representante do país a vencer o Arnold Classic Ohio e, no ano passado, repetiu o feito –desta vez no Olympia.
Antes de Dino, quem detinha esse status era Eduardo Corrêa, oito vezes finalista do Olympia e vice-campeão do torneio em 2014. Recentemente, ele destacou a genética privilegiada que que seu sucessor apresenta: “O que mais me impressiona no Ramon não é nem a simetria ou as proporções, mas como o corpo dele responde rápido a qualquer estímulo”.
Patrocinados pela mesma empresa, a Max Titanium, os dois já interagiram em diversas oportunidades –com direito ao auxílio de Corrêa em preparações de Dino.
Apesar de reconhecer que o atual melhor Classic Physique do planeta parece ter sido criado especificamente para o esporte, o atleta veterano pontua que esse fator não tira os méritos de seu colega. “Isso não quer dizer que aqueles que são abençoados geneticamente não merecem vencer os campeonatos, longe disso. Genética, por si só, não leva ninguém a lugar nenhum”, dispara.
As falas em questão ocorreram durante uma entrevista de Corrêa à coluna. Na ocasião, ele argumentava sobre fatores que podem indicar se um jovem tem potencial dentro do fisiculturismo ou não e explicava sobre a edição “On The Road” da Casa dos Campeões, que se inicia nesta segunda-feira (19).
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Autor: Folha







