O rompimento dos presidentes da Câmara dos Deputados, Hugo Motta, e do Senado, Davi Alcolumbre, com o governo Lula coloca em xeque a agenda legislativa do Executivo para os próximos meses.
Projetos como a PEC da Segurança Pública, a punição de devedores contumazes e a aprovação do Orçamento para 2026 ficam ameaçados. Também está no radar a aprovação de pautas-bomba, com alto custo fiscal.
O próprio presidente vai precisar entrar em campo para consertar a relação com o Congresso, mas sua chance de sucesso é incerta, para dizer o mínimo.
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