
Startups apoiadas pela Incubadora do Tecpar, no Paraná, estão expandindo suas operações para mercados exigentes como Europa, Ásia e América Latina. Com soluções em mobilidade, meio ambiente e indústria, essas empresas utilizam o suporte do instituto para adaptar tecnologias a padrões globais.
O que é a Incubadora do Tecpar e como ela ajuda as empresas?
É um espaço que oferece suporte para que novas empresas de tecnologia, as startups, possam crescer com segurança. Vinculada ao Instituto de Tecnologia do Paraná, a incubadora orienta os empreendedores em áreas como gestão e boas práticas internacionais. O objetivo é fazer com que essas ideias saiam do papel e se tornem produtos capazes de competir com gigantes globais.
Quais são os principais destinos das exportações dessas startups?
As tecnologias paranaenses estão chegando a países como Argentina, Costa Rica e Peru, na América Latina, além de mercados consolidados na Europa, como Portugal e Holanda. Há também uma aproximação estratégica com a Coreia do Sul, impulsionada por parcerias que buscam conectar o Paraná a grandes polos tecnológicos asiáticos.
Quais tipos de tecnologia o Paraná está vendendo para o exterior?
O destaque vai para três áreas: bombas de vácuo para uso médico e odontológico, sensores inteligentes para monitorar a qualidade da água em tempo real e sistemas de fiscalização eletrônica para o trânsito. São soluções que resolvem problemas complexos em setores como saneamento, saúde e segurança viária em cidades inteligentes.
Quais são os maiores desafios para vender tecnologia brasileira lá fora?
Os empresários apontam que o maior obstáculo é a credibilidade, já que o mercado externo muitas vezes duvida da capacidade tecnológica do Brasil em eletrônicos. Além disso, cada país tem leis e certificações ambientais ou de segurança específicas. Para vencer isso, as empresas precisam investir pesado em validação técnica e adaptação de seus softwares aos padrões locais.
Como o estado planeja fortalecer esse cenário nos próximos anos?
A meta do Creative Hub, unidade que gerencia a incubadora, é chegar a 20 empresas incubadas nos próximos cinco anos. O plano inclui a criação de um processo estruturado de pré-incubação, ajudando ideias muito novas a ganharem maturidade mais cedo, além de reforçar as conexões com órgãos de comércio exterior para facilitar a entrada das startups no mercado europeu e asiático.
Conteúdo produzido a partir de informações apuradas pela equipe de repórteres da Gazeta do Povo. Para acessar a informação na íntegra e se aprofundar sobre o tema leia a reportagem abaixo.
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Autor: Gazeta do Povo








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